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"Reservei para mim sete mil varões que não dobraram os joelhos diante de Baal. Assim, pois, também no tempo presente ficou um remanescente segundo a eleição da graça." (Romanos 11:4,5)

Em todas as gerações sempre haverá um povo que honra exclusivamente o Senhor e será fiel a Ele em toda circunstância.

Este povo é o remanescente fiel, que nunca se dobrará diante de Baal e estará sempre inconformado e indignado com o mundanismo e a apostasia entre o povo de Deus.

É um povo que se separa moral e espiritualmente do pecado e da injustiça e que decide viver uma estreita e íntima comunhão, adoração e serviço à Jesus Cristo na terra.

São os que, mesmo sofrendo perseguições por causa da mensagem da cruz de Cristo e da Sua Palavra, permanecem leais a Ele até o fim.

São aqueles que buscam em primeiro lugar o Reino de Deus e vivem neste mundo como "estrangeiros", desejando a pátria celestial.

É um povo que zela pela pureza da Noiva de Cristo e que não aceita os falsos ensinos e o envolvimento da mesma com os "negócios deste mundo".

Estes procuram estreitar-se no que está relatado pelo apóstolo João no livro de Apocalipse:

"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Apocalipse 14:12)

Esta é a missão do remanescente fiel: cumprir a Palavra de Deus, crer em Jesus Cristo e perseverar na luta contra todo intento de satanás.

É um povo que sofre com os pecados das nações, mas não compactua e nem se cala diante do caos moral e espiritual que domina a sociedade.

Povo que se levanta para proclamar no poder do Espírito o evangelho como única solução para os problemas da humanidade.

São aqueles que crêem na promessa de vida eterna, feita por Cristo e que morarão um dia para sempre com Ele no céu.

Eu quero estar entre os remanescentes fiéis ao Senhor desta geração.

E você, deseja isso?

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"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. " (Galátas 6:14)

A cruz de Cristo, que representa a terrível e dolorosa morte que o Salvador sofreu para nos proporcionar a salvação eterna é o divisor entre nós que o servimos e todo o sistema mundano.

A cruz é lugar de renúncia e sacrifício. É o elo de ligação entre o homem salvo e Deus.

Foi lá que Jesus pagou um alto preço para que pudéssemos receber graça, amor e misericórdia.

O mundo é tudo aquilo que se opõe a Deus e a Sua Palavra:

"Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo." (1 João 2:16)

O sistema mundano é representado por diversas formas como: a ciência, filosofias, religiões, música secular, humanismo, política, cultura, etc.

O apóstolo Paulo deixa bem claro neste texto bíblico e em toda sua vida como servo do Senhor, que a única saída para todo crente fiel a Deus é virar as costas a todos os prazeres mundanos e somente valorizar tudo aquilo que Jesus conquistou na cruz a nosso favor.

Portanto, não há meio termo: ou o crente, assim como Paulo, se gloria na cruz de Cristo e rejeita as malignas ofertas do mundo ou vai se afastar do seu Deus.

Não há como agir politicamente e associar-se com o mundo:

"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (2 Cor 6:14 b)

Devemos rejeitar seus padrões, valores, opiniões e honrarias:

"Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele."(1 João 2:15)

Hoje é comum vermos crentes que se dizem 'modernos' agindo 'socialmente' e que acabam sucumbindo as tentações do mundo e acabam sendo influenciados pelo seu sistema.

São pessoas que procuram agradar aos amigos, familiares e colegas de trabalho e vão 'bebendo socialmente', vão às 'baladas socialmente', se omitem na faculdade, no 'Happy Hour' na empresa, no clube que frequentam e se 'calam' socialmente...

Agradam a gregos e troianos.

É lógico que devemos nos aproximar das pessoas que não conhecem a Cristo, amá-las, evangelizá-las. Podemos nos reunir num bate papo, conviver tranquilamente com as mesmas, respeitar as opções de cada pessoa referente a sua religião.

É possível termos uma vida social normal e não fazer nenhuma conscessão ao mundo e a seu podre sistema que fira nosso relacionamento com Deus.

Não adianta vivermos um evangelho meio termo e sim termos prazer na cruz de Cristo, fazendo dela a nossa vida e nosso triunfo.

Temos que ter consciência daquilo que o própio Senhor Jesus disse aos seus discípulos antes de ser crucificado:

"Não são do mundo, como eu do mundo não sou." (João 17:16)

Enfim, ou afirmamos a nossa fé diante do mundo ou corremos o risco de nos perdermos pelo caminho.

Agradaremos a Deus ou ao mundo?


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Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.

Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.

Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.

Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
(Isaías 53:3-8)


Toda vez que leio capítulo 53 do Livro do Profeta Isaías me sinto profundamente tocado pela presença do Espírito Santo.

Às vezes fico pensando como alguém pode continuar insensível depois de tamanho amor demonstrado por Jesus Cristo na Cruz do Calvário. Por tudo que Ele passou para dar uma chance para que a humanidade alcançasse a salvação.

Se pararmos para pensar, só o fato Dele deixar toda glória e majestade que tinha no Céu ao lado do Pai para viver no meio de homens sujos, pecadores, profanos e perversos já seria muito sofrimento.

Mas Ele fez mais que isso, pois "...foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades...", "Ele foi oprimido..." e "...tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores...".

Ele "...foi cortado da terra dos viventes e pela transgressão do povo foi atingido" e "...como ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a boca".

Que coisa tremenda! Só Ele foi capaz de demonstar tamanho amor. O Papa não poderia fazer algo assim. Buda também não. Alan Kardec não tinha condição alguma e muito menos Maomé.

Como não reconhecer o que Ele fez por nós? Como continuar ignorando o Seu sacrifício na Cruz do Calvário?

Porque a humanidade vira às costas para Ele e prefere seguir gurus, entidades espirituais e fundadores de religiões?

E até mesmo pessoas que um dia o aceitaram como Salvador, faziam parte da Sua Igreja e reconheceram este sacrifício o abandonaram?

Senhor, tem misericórdia de nós e faz com que valorizemos o que fizeste na Cruz do Calvário e perdoa-nos pelas vezes que não conseguimos dimensionar o tamanho do Teu incomparável amor.

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