Mostrando postagens com marcador Sociedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sociedade. Mostrar todas as postagens


Com a campanha eleitoral chegando ao fim, os evangélicos tornaram-se o centro das atenções nesta reta final. O noticiário está repleto de menções da corrida pelo voto evangélico.

Tanto  Marina Silva,  Dilma e José Serra sabem da importância de tentar atrair o voto dessa numerosa parcela do eleitorado brasileiro.

Dos três, por incrível que pareça, há mais equilíbrio na busca desses votos por Marina Silva, que é evangélica. Isso é louvável, pois poderia aproveitar-se do fato para autopromover-se, mais não o faz. Ótimo exemplo.

Quanto a Dilma e José Serra, cabe algumas observações: enquanto a candidata do governo anda reunindo-se com lideranças evangélicas que a apoiam para afirmar que é contra alguns temas polêmicos como o aborto e casamento homossexual, o candidato do PSDB, aproveita-se da situação para usar os evangélicos de forma vergonhosa na sua luta pelo poder.

Você entra em blogs e sites políticos  vê a cara de pau de jornalistas que não sabem nem o que significa de fato a grandeza do evangelho, usando a Palavra de Deus para atacar políticos adversários de José Serra.

Uma total falta de escrúpulos ficarem usando em seus blogs de ideologia política qualquer menção sobre a Bíblia Sagrada com o claro intuito de angariar votos para seus candidatos.

O pior é que toda essa palhaçada que estão fazendo com os evangélicos é apoiada por diversos líderes e pastores que ao invés de estarem cuidando das coisas concernentes ao Reino de Deus, ficam é colocando vídeos no Youtube, reunindo-se com políticos, fazendo papel de cabos-eleitorais e até brigando entre si sobre a famigerada politicagem.

Enfim, é lamentável toda essa situação.

Ao invés dos evangélicos estarem preocupados em evangelizar e pregar a Palavra de Deus, ficam perdendo tempo com essas baboseiras.

Se Deus um dia precisar dos evangélicos para impedir alguma coisa que Ele queira que não aconteça aqui na terra, deixa de ser Deus.

Sem contar que, evangélico não é "tapado" ou incapaz de analisar em quem deve votar. Isso não é problema da Igreja e nem de pastor, missionário, padre, guru espiritual ou sei lá o quê.

Sou evangélico mas não sou massa de manobra de ninguém. Muito menos de políticos (sejam eles "crentes" ou não).

Portanto, voto em quem achar melhor e com a total liberdade de escolha que a Constituição do meu país me delega.


Posts Relacionados

Tenho uma mania que, se não é de origem genética, deve ser algum trauma mal resolvido ou um pretensioso sentido de misericórdia com “as coisas”. Ao abrir uma torneira, não vou até o fim e, ao fechá-la, cuido para não forçar os sulcos do seu “parafuso”. 


Evito a todo custo virar o volante do carro até não ser mais possível o movimento; prefiro ir e vir várias vezes para completar a manobra. Aprecio muito um aparelho de som de qualidade, para ouvi-lo baixo; e não gosto de ter vários programas ou páginas abertos no computador para não exigir demais da sua memória...

Desconfio que a crise econômica vai espalhar uma “mania” parecida entre nós: a frugalidade. Ou seja, o contentar-se com menos, o não desperdício, quem sabe a simplicidade e a rebusca até (Lv 19.9-10). 

Aqui e ali é possível ler sobre os novos tempos que nos aguardam, além das dicas de sobrevivência para tempos de crise. Sergio Augusto escreveu no caderno Aliás, d’O Estado de S. Paulo: “Se não estamos, ficaremos mais simples”. Para o autor “as artes já dão claros sinais disso”, e vai sobrar também para o mercado editorial: “Muito menos livros serão impressos, com pouquíssima margem para autores inéditos ou sem boas perspectivas de venda. Nem todo best-seller é ruim, embora a grande maioria o seja [...] Diversas editoras suspenderam, por tempo indeterminado, a compra de novos títulos, reduziram os valores dos adiantamentos pagos a autores de prestígio, e passaram a controlar as despesas com almoços de negócio e puxaram o bridão do marketing”.

Claro, conheço de ouvir falar esse “mercado editorial”, mas os meus olhos nunca o viram. Enfim, nós cristãos não precisávamos desses estímulos sombrios. Temos razões (bíblicas) suficientes para diminuir nossa pegada ecológica, para não acumular, para emprestar, para dividir, para dar. Quem sabe, podemos até acreditar nas bem-aventuranças (MT 5.1-11)?

Por Marcos Bontempo

Fonte: Ultimato

Posts Relacionados

Santa Catarina Pede Socorro

Postado por Agnaldo | 11/29/2008



Creio que esse seja o momento propício para demonstrarmos que os blogs possuem alguma serventia prática, ajudando os moradores de Santa Catarina que passam por esse terrível momento. Entretanto, tudo depende da forma como vamos encarar essa situação, tomando uma atitude passiva, nos lamentando o ocorrido, ou de forma ativa, com ações efetivas.

Pois bem, como a questão urge, vamos ao que interessa.

1. Creio que podemos contribuir de várias formas: orando, divulgando em nossos blogs de forma a captar recursos e, sobretudo, contribuindo materialmente com os desabrigados, seja com depósito na conta corrente da Defesa Civil de Santa Catarina (conforme dados e alerta abaixo), ou por meio de envio de alimentos ou roupas através da criação de postos de recolhimento;

2. A fim de registrarmos a participação dos blogueiros, proponho que na medida em que for executada qualquer das ações acima propostas, seja registrado um comentário nesse blog ou enviando e-mail para blogelicos@gmail.com, especificando a forma de contribuição, onde faremos uma relação dos blogs e blogueiros que participaram dessa força-tarefa.

3. Vale lembrar que a publicidade é importante para captar recurso, mas precisamos também contribuir financeiramente para a ajuda dos moradores de Santa Catarina. Nesse caso, peço que, se possível, nos informe o valor da contribuição. Tal valor não será divulgado, mas servirá para estipularmos o resultado da contribuição da blogosfera.

4. Precisamos de uma banner digital para esse projeto. (Urgente)

5. Qualquer outra idéia será bem-vinda.

"Lança o teu pão sobre as águas , por que depois de muitos dias o acharás." Eclesiastes 11:1

-------------------------
DEFESA CIVIL
-------------------------

"A Defesa Civil alerta internautas, que ela não envia emails com números de contas para receber doações em favor dos atingidos pela chuva em Santa Catarina. Muitos internautas estão recebendo mensagens eletrônicas com números de várias contas em diferentes bancos. De acordo com a Defesa Civil, os e-mails devem ser ignorados, pois foram enviados por possíveis golpistas.

Quem quiser fazer doações diretamente ao órgão deve fazer o depósito na conta 80.000-7, da agência 3582-3 do Banco do Brasil; no Besc, conta 80.000-0 da agência 068-0; ou na conta 160.000-1, da agência 0348-4 do Bradesco.

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57."

Fonte: Diário Catarinense


Em Cristo.

Fonte:http://blogueirosevangelicos.blogspot.com/

Posts Relacionados

O caso do sequestro em Santo André que comoveu o país e terminou com a trágica morte da jovem Eloá Pimentel, foi o assunto mais falado na mídia tradicional nos últimos dias.

Confesso que hesitei ao máximo postar sobre tão doloroso acontecimento, devido a tristeza e perplexidade que tomou conta de mim.

A violência nossa de cada dia, há muito que me faz pensar até onde isso tudo vai chegar.

Muitos especialistas em segurança, psicólogos e palpiteiros de plantão deram suas opiniões sobre a tragédia.

Uns culparam a "falta de preparo" da polícia no momento da invasão ao apartamento e pelo não uso dos 'atiradores de elite' para matar o sequestrador(aí os mesmos, hoje estariam acusando a polícia por matar o Lindemberg e esquecendo que a obrigação de investir no preparo da mesma é do governo do estado).

Outros acham que a culpa é dos pais de Eloá, pois permitiram que a filha começasse a namorar aos 12 anos de idade(como se issso pudesse justificar alguma coisa, pois se fosse 20,25 ou 35 anos, não seria menos trágico).

Enfim, poderíamos ficar por muito tempo tentando achar alguma resposta que amenizasse a nossa preocupação em viver num mundo cercado pela maldade humana e cheio de distúrbios.

Uma sociedade como a nossa, que vive envolta em tantas desigualdades sociais e corrupções diversas tende a vivenciar mais tragédias desse tipo.

Na verdade acabamos colhendo os frutos da rebeldia de muitos contra os preceitos da Palavra de Deus:

"Ai daqueles que nas suas camas intentam a iniqüidade, e maquinam o mal; à luz da alva o praticam, porque está no poder da sua mão!
E cobiçam campos, e cobiçam casas, e arrebatam-nas; assim fazem violência a um homem e à sua casa, a uma pessoa e à sua herança."
(Mq 2:1,2)

Verdadeiramente os dias são maus e só nos resta pregar a Palavra de Deus e orar para que as pessoas venham a conhecer a única solução, que é Jesus Cristo, para os diversos problemas que andam destruindo as famílias, como a falta do amor verdadeiro, paz, respeito ao próximo, caridade, dentre tantos outros frutos formados no caráter daquele que vive a prática da Bíblia Sagrada.

Que o Senhor nos dê equílibrio nestes 'dias maus' e que coninuemos a pregar com autoridade a Sua Palavra, mesmo em meio a tanta iniquidade.

Posts Relacionados

Passado o primeiro turno da eleições municipais em todo o Brasil, pensei que não mais abordaria o tema Igreja x Política aqui no blog.

Porém, uma notícia no site de O Globo me fez voltar a postar sobre este polêmico tema.

Vejam um trecho da notícia:

"Depois de acabar com rebeliões em presídios, salvar a vida de condenados pelos tribunais do tráfico e retirar "mais de 5.100 pessoas" do crime, o pastor Marcos, fundador da Assembléia de Deus dos Últimos Dias, se aventura agora pelo mundo político. Nas últimas semanas, abriu os cultos, a maioria deles em praça pública, para políticos em campanha nos grandes redutos eleitorais do Rio. Pelo menos quatro candidatos a prefeito já tiveram oportunidade de subir ao púlpito e serem abençoados pelo pastor.
Embora diga, nas pregações, que não é ligado a partidos e nem tem pretensões políticas, pastor Marcos já fez as suas escolhas para as eleições de domingo. Sempre com a Bíblia nas mãos, ele pregou abertamente por Lindberg Farias (PT) (...)
Estrela em ascensão no universo pentecostal, principalmente após ser autorizado a pregar novamente nos presídios (onde fora proibido de entrar por quatro anos), Marcos Pereira cumpriu uma intensa agenda de cultos externos na reta final da campanha, além de receber políticos na sede de sua igreja, um templo inacabado, com capacidade para 800 pessoas, no bairro Éden, em São João.
A pregação política do pastor é mais forte na sua peregrinação pelos municípios do Grande Rio. Lindberg, por exemplo, recebe apoio do religioso em eventos promovidos nos bairros carentes da cidade. O próprio petista revela que, a cada 15 dias, ganha uma oração particular de Marcos.
Ele é uma personalidade e tem força política. É um grande puxador de votos. Tem influência em todas as denominações das igrejas evangélicas. A cada 15 dias recebo uma oração pelo telefone -contou Lindberg."


Vejam só como estão as coisas.O Pastor Marcos, pessoa que faz um ótimo trabalho nos presídios cariocas, ficou bem conhecido depois de aparecer no programa Fantástico da Rede Globo, agora se aventura também entre os políticos, sendo conhecido pelos mesmos como "um grande puxador de votos".

É por essas e outras que não me canso e não me cansarei de abordar essa perniciosa relação entre a Igreja e a Política.

Não consigo entender a infeliz atitude de Pastores, Apóstolos, Missionários ou seja lá que título tenha o "líder" de vários ministérios que se submetem a este tipo de coisa.

Como seria bom se os atuais "homens de Deus" atentassem para os exemplos da Bíblia Sagrada.

Homens que eram conhecidos, não pelo envolvimento com as coisas temporais e sim pelas coisas pertecentes ao Reino de Deus.

Homens como Daniel, que era conhecido em toda Babilônia por ter um "espírito excelente, ciência e entendimento"(Dn 5:12).Ou como Estevão que todos o viam "pregando com sabedoria e sinais de poder no Espírito Santo".(Atos 6:10)

E o apóstolo Paulo?Que tal sermos conhecidos como Paulo? Fraco, sofredor, cansado, injuriado, vil, blasfemado, lixo e escória deste mundo.(1 Cor 4:10-13) Sofrimentos e acusações unicamente pela obra de Deus.

Mas hoje o que vemos?Homens sendo enganados pela soberba fútil de estar em "evidência".Se enroscando na política e com os políticos em busca de tantas coisas vãs e que nada tem haver com que Deus designou para fazerem.

Buscam o sucesso, fama, poder, status, dentre tantas outras coisas banais e mundanas.

Que Deus levante mais homens semelhantes à Daniel, Estevão e Paulo.

Homens que sejam conhecidos pela sabedoria na Palavra, dons de poder no Espírito Santo e até mesmo no sofrimento pela causa do Mestre.

Posts Relacionados

O diretor da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Jacques Diouf, deu uma péssima notícia esta semana. Em 2007, o número dos que passam fome aumentou em 75 milhões. Agora são mais de 900 milhões de pessoas.

É preciso fazer um esforço enorme para não ler essa notícia com a mesma indiferença que leio a seguinte, na Folha Online: “Sotheby’s faz mostra de arte contemporânea na Inglaterra”. Ambas não me dizem respeito.

Para o diretor da FAO, com US$ 30 bilhões por ano é possível duplicar a produção de alimentos e acabar com a fome, o que não parece difícil para Diouf, se comparado aos US$ 376 billhões desembolsados pelos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) em incentivo à agricultura ou aos gastos com armamento (US$ 1,2 trilhão), em 2006.

Devo concordar e por outro motivo também, que diz respeito à segunda notícia. A Sotheby’s é a mais antiga casa de leilões de arte do mundo e, juntamente com sua principal concorrente, a Christie’s, movimentam a cada ano cerca de US$ 4 bilhões em arte.

Enfim, os cristãos têm mais e novos motivos para romper o velho dilema “evangelização ou ação social” e caminhar em direção a um discipulado com os milhões de pobres urbanos das pequenas e grandes cidades.

Viv Grigg, autor do clássico Servos entre os Pobres — Cristo nas favelas urbanas, quando perguntado por que escolheu morar durante anos em uma favela em Manila, foi simples: “Jesus disse ‘bem-aventurados os pobres’. Então, eu queria descobrir por que os pobres são abençoados”.

Por Marcos Bontempo - www.ultimato.com.br

Posts Relacionados

O Decálogo do Voto Ético

Postado por Agnaldo | 10/02/2008

A eleição está aí e por este motivo decidi transcrever aqui os “dez mandamentos” do voto ético. Que nos sirvam de orientação no momento tão importante pelo qual atravessa o nosso município.


I – O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cidadão expressa sua consciência. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o eleitor tem do seu município.


II – O cidadão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a sua realidade social, mesmo que um líder religioso tente conduzir a voto da comunidade noutra direção.


III – Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fieis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor deverá evitar de transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação político-partidário.


VI– Os líderes devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos.


V – As diversidades sociais, econômicas e ideológicas que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõem que não seja conduzidos processos de apoio a candidatura ou partidos dentro da igreja, sobre pena de constranger os eleitores e de dividir a comunidade. (O que também é crime eleitoral).


VI – Nenhum cidadão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos evangélicos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apensar defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos à causas temporais de uma igreja.


VII – Os fins não justificam os meios. Portanto o eleitor não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto admitir que tais “acertos” impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a “recompensa” seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os “reinos desse mundo” por quaisquer meios. Ele preferiu o caminho da cruz.


VIII – Os votos para cargos majoritários devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de “boatos” do tipo: “o candidato tal é ateu”; ou: “o fulano vai fechar as igrejas”; ou: “o sicrano não vai dar nada para os evangélicos; ou ainda: “o beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos”. É bom saber que a Constituição do Pais não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, tem a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.


IX – Sempre que um eleitor estiver diante de um impasse do tipo: “o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto”, é compreensivo que de um “voto de confiança” a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apoiem.


X – Nenhum eleitor deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.


Extraído e adaptado da Revista Ultimato. Edição 38. Opinião da Associação Evangélica Brasileira.

Por Mário Antônio da Silva - Pastor da Igreja Batista Nova Jerusalém (IBNJ). Rua Presidente Kenedy, 198, Vila Industrial, em Dourados.

Posts Relacionados

Faltando pouco mais de três dias para as eleições municipais em todo Brasil, resolvi novamente escrever sobre a relação política x igreja.

Este tema já foi abordado algumas vezes aqui no blog, pois acho de extrema importância para entendermos até que ponto esse envolvimento da Igreja com a política faz bem para a mesma.

Vejam só um trecho de uma notícia sobre o assunto , que recebi no meu email através do Google Notícias:

"Buscar aceitação entre todos os setores da sociedade é uma das tarefas mais complexas da campanha, seja à Prefeitura ou à Câmara dos Vereadores. Em Mauá, por exemplo, a disputa pelos votos evangélicos é bastante intensa, como já revela a placa de saudação na entrada da cidade: ‘Em Mauá, Jesus Cristo é senhor'.

Para se mostrar simpático ao nicho, o petista Oswaldo Dias optou por montar um comitê evangélico durante a campanha. Desde o início de setembro, representantes de diversas denominações entregam livretos, em cultos, com mensagens de apoio ao candidato, misturadas a passagens da Bíblia. Chiquinho do Zaíra (PSB) seguiu a mesma fórmula.

O atual prefeito de Ribeirão Pires e candidato à reeleição, Clóvis Volpi (PV), foi mais ousado. Visitou centro espírita, foi à missa, cumprimentou evangélicos. Ao responder a enquete do Diário sobre preferências pessoais, Volpi fez questão de afirmar que, apesar de ter sido criado na igreja católica, não é praticante. "Tive ligação com igreja evangélica, batista, por algum tempo."


Depois de ler um troço dessse, eu me pergunto:Onde nós vamos parar?Porque ministros do evangelho permitem que candidatos invadam as Igrejas para fazerem dela "point" de políticos em busca de seus interesses? Agora fazemos parte de agenda política de partidos?

Quero deixar claro que, ninguém pode impedir que pastores, obreiros ou membros de qualquer denominação saiam candidatos ou apoiem alguém numa eleição.Afinal, a política faz parte da soiciedade e pode ser exercida por qualquer cidadão do país.

Mais o triste é observar que tem gente fazendo um verdadeiro "leilão" dos púlpitos de muitas Igrejas em troca de interesses pessoais.Interesses esses que estão longe da chamada divina que Cristo delegou à Sua Noiva.

Para mim, até mesmo o candidato sendo evangélico jamais deveria usar seu ministério pessoal e o nome da denominação para galgar seus objetivos pessoais.

Não me conformo em ver os candidatos evangélicos usarem em suas propagandas:"Vote em Pastor tal", "Missionário tal".

Para que usar o título do seu ministério?Para influenciar os membros da Igreja?Os ministérios são deles ou do Senhor?Porque não usam apenas seus nomes, já que o cargo político nada tem haver com sua chamada ministerial?

E os que dizem que foram "chamados" por Deus para este "ministério"?Ministério da política?Vão evangelizar os vereadores e o prefeito?

Isso nada tem haver com a Palavra de Deus e a Sua Igreja.

Além de ser uma agressão à liberdade que cada crente possui de, como cidadão livre e que vive em um país democrático, escolher seus governantes da maneira que achar melhor.

Consciência política sim. Usar a Igreja de Cristo como "trampolim" para objetivos pessoais, jamais.

Posts Relacionados

Por Ricardo Barbosa de Sousa

Na sociedade moderna, a tolerância transformou-se na maior de todas as virtudes. Aceita-se tudo, não se critica nada. O que mais me preocupa não é a capacidade de compaixão e paciência que a tolerância produz em nós, mas a ausência, cada vez maior, de valores e princípios absolutos que nos ajudam a separar o justo do injusto, o certo do errado.

O sociólogo francês Gilles Lipovetsky, em seu livro “A Sociedade Pós-Moralista”, descreve assim a tolerância na cultura moderna: “A tolerância adquire uma maior fundamentação social não tanto pelo fortalecimento da compreensão dos deveres de cada um perante o próximo, mas em razão de uma nova dimensão cultural que rejeita os grandes projetos coletivos, exaurindo de sentido o moralismo autoritário, diluindo o conteúdo das discussões ideológicas, políticas e religiosas de toda a conotação de valor absoluto, orientando cada vez mais os indivíduos rumo à sua própria meta de realização pessoal”. Ou seja, a ausência de uma consciência coletiva, a rejeição a qualquer verdade que seja absoluta e a busca pela realização pessoal geram uma forma perigosa de tolerância.

Entretanto, o perigo da rejeição a uma verdade absoluta está no fato de que ser tolerante hoje implica, necessariamente, não julgar, não ter mais critérios que separem o bem do mal, o justo do injusto; e, uma vez que não julgamos mais, poucas coisas nos chocam ou abalam e, quando o fazem, é por pouco tempo. Vivemos um estado de normalidade caótica, de paz frágil, de tranqüilidade tão relativa quanto os nossos valores.

Na oração de confissão de Daniel há uma declaração que vem se tornando cada dia mais rara entre nós: “A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha” (Dn 9.7). Isto não acontece mais. Somos demasiadamente tolerantes para “corar de vergonha”. Mesmo diante de fatos trágicos e deploráveis que vemos todos os dias, o máximo que conseguimos é uma indignação passageira. Porém, é a possibilidade de corar de vergonha que não me permite rir da corrupção, achar normal a promiscuidade, conviver naturalmente com a maldade e a mentira, ou, ainda, achar graça da injustiça.

Vivemos numa cultura que se orgulha do pecado, glamourizando-o através dos meios de comunicação, fazendo das tribunas públicas um palco de mentiras, organizando marchas para celebrá-lo, rindo da corrupção, exaltando a esperteza. E ninguém fica corado de vergonha.

Daniel contrasta, de um lado, a natureza justa de Deus e, de outro, a corrupção e a injustiça do seu povo. Ele só é capaz de fazer isto porque sua ética e moral estão ancoradas em verdades absolutas sobre as quais não pode haver tolerância. A conclusão a que ele chega é que, diante da justiça divina e do quadro trágico de um povo que se orgulha de sua maldade, o que sobra é o “corar de vergonha”.

Ele nos apresenta aqui a importância de uma vergonha saudável e essencial na preservação da dignidade humana e espiritualidade cristã. A vergonha aqui é a virtude que nos ajuda a reconhecer nossos erros, limitações, faltas e pecados porque ainda somos capazes de perceber que existe algo melhor, mais belo, mais sublime, mais nobre, mais justo, mais santo e mais humano pelo qual vale a pena lutar. A vergonha nos impõe um limite. É por isto que o caminho para o crescimento e amadurecimento passa pela capacidade de ficar corado de vergonha diante de tudo aquilo que compromete a justiça e a santidade. No caminho da santidade lidamos com o amor, verdade, bondade, justiça, beleza, entrega, doação e cuidado. A falta de vergonha nos leva a negar este caminho e optar pela mentira, manipulação, engano, falsidade, hipocrisia e violência.

“Corar de vergonha” é uma virtude que falta na experiência espiritual moderna, a virtude de olhar para o pecado que habita em nós, a mentira e o engano que residem nos porões da alma, a injustiça que se alimenta do egoísmo, a malícia que desperta os desejos mais mesquinhos, e se entristecer. Precisamos reconhecer que foram os nossos pecados que levaram o Santo Filho de Deus a sofrer a vergonha da cruz. Quando olhamos para a cruz e contemplamos nela a beleza e a pureza do amor, só nos resta “corar de vergonha”.

Fonte: Ultimato

Posts Relacionados

Duas notícias envolvendo a Igreja Evangélica nos últimos dias me trouxeram um misto de horror e perplexidade.

Não me contive e resolvi escrever sobre estes dois tristes episódios.

Primeiro a notícia vinda de Toronto no Canadá , onde "Igreja canadense comemorou assassinato de jovem decapitado em ônibus".

Diz a matéria que a Igreja Batista Westboro, também conhecida como a "igreja do ódio", comemorou a morte do jovem por achar que ele tinha um "modo de vida asqueroso" e que isso foi "um presente de Deus".

A mesma Igreja também comemora a morte de soldados americanos no Iraque como sendo "obra de Deus" para castigar os EUA.

Confesso que quando li essa notícia fiquei bastante horrorizado. Como pode uma Igreja?? ensinar algo tão terrível?

E o pior, afirmar que Deus aprova tais insanidades? Qual Deus que esssa Igreja segue?

Certamente não é o da Bíblia Sagrada.

A segunda notícia é daqui do Brasil mesmo. Em Fortaleza no Ceará "Evangélicos fazem campanha contra reeleição da Prefeita Luizianne".

Diz a matéria que a Igreja Assembléia de Deus do Ceará iniciou uma campanha publicitária contra a reeleição da prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT).

E que centenas de outdoors e cartazes foram espalhados pela cidade pela Comaduec (Convenção de Ministros das Assembléias de Deus Unidas do Estado do Ceará) pedindo que os eleitores não votem na petista.
Os cartazes trazem a frase: "Luizianne é contra a Bíblia e o povo de Deus. Diga não a Luizianne".

Vejam que, como se não bastasse o fato da Igreja de Cristo estar se envolvendo cada vez mais em assuntos que nada têm haver com o Reino de Deus, a matéria relata que o evangelista J. Menezes, que disse ser o responsável pela propaganda contra a prefeita, alegou que a campanha é um manifesto da Assembléia de Deus pelo fato de Luizianne ter vetado um projeto de lei que previa a manutenção de um exemplar da Bíblia nas bibliotecas das escolas municipais de Fortaleza.
"O fato de Luizianne ter assinado [o veto] mostra claramente que ela se declara contra a Bíblia sagrada", afirmou Menezes.

O evangelista disse que mandou confeccionar cerca de 100 outdoors e 800 cartazes mas não soube dizer qual foi o custo da propaganda. Ele explicou que a igreja pagou a propaganda com dinheiro arrecadado entre os fiéis."

É brincadeira? O Evangelista (que deveria era estar evangelizando), além de afirmar toda essa manipulação barata usando a Bíblia Sagrada e a Igreja, ainda têm a coragem de dizer que "quem pagou o material usado foi o dinheiro dos fiéis!".

Além do mais a prefeita (que não governa a cidade somente para os evangélicos e sim para todos), veta um projeto e se torna "inimiga da Bíblia e do povo de Deus??"

E aí a Igreja usa a influência que possui entre os fiéis e o dinheiro dos mesmos para se envolver em politicagem barata?

Enfim, foram duas notícias muito triste, que só nos mostra como a Igreja em todo o mundo vem perdendo o foco que Cristo quer da mesma.

No caso da Igreja Batista Westboro no Canadá, a heresia e a carnalidade demoníaca se travestindo de Evangelho e no caso da Assembléia de Deus do Ceará, mais uma mostra de como a Igreja não deveria se envolver nesse nível com a política.

O pior é que nos dois casos as pessoas teimam em usar a Bíblia para legitimar tais atos.

Que o Senhor Deus nos mantenha em alerta contra tantas aberrações que vêm acontecendo dentro da Sua Igreja.

Posts Relacionados

Como estamos em um ano eleitoral, creio que seja um momento oportuno para tratar mais uma vez sobre o tema Igreja x política.

Constantemente tenho observado que, na tentativa de justificar suas opções com a "politicagem" dentro das Igrejas, muitas pessoas acabam usando o exemplo de homens de Deus que ocuparam cargos políticos registrados pela Bíblia Sagrada desviando totalmente o real propósito do que está escrito na Palavra do Senhor.

E com certeza quase todos já ouvimos alguma mensagem com intuito de "conscientizar" o crente em relação à politica, sobre José, que governou o Egito e José de Arimatéia, que era Senador e discípulo de Jesus.

Mas antes de continuar o texto, gostaria de fazer um breve relato sobre José do Egito e José de Arimatéia.

Todos conhecem a grande história que se passou com José, que foi vendido como escravo ao Egito pelos seus próprios irmãos e depois se tornou governador de toda aquela terra.

Deus permitiu que ele fosse vendido para ter a oportunidade de alimentar a família escolhida durante a fome que houve na época.

O Senhor precisava conservar com vida a descendência de Abraão e cumprir a promessa de fazer dele uma grande nação.

Com certeza o único propósito de Deus em colocar José no segundo cargo político em importância no Egito (só estava abaixo de Faraó), foi "a preservação do povo do concerto".

De José de Arimatéia sabe-se que foi um Senador honrado, homem bom, justo, discípulo oculto de Jesus e que não participou da Sua condenação.

E que ele fez um enterro honrado para Jesus Cristo quando colocou o Seu Corpo em um sepulcro novo escavado numa rocha.

Vejamos que a história destes dois homens de Deus nada têm haver com os "políticos" que hoje infestam os púlpitos das Igrejas Evangélicas.

São contextos totalmente diferentes, pois o que se vê hoje são ministérios inteiros "leiloando" o voto dos irmãos em troca de interesses diversos ou com um discurso ufanista e vazio de que "temos que dominar todas as áreas da sociedade".

Quem aborda de forma sábia, como deveríamos nos posicionar sobre uma eleição é o irmão Humberto de Lima, que em seu blog publicou o excelente artigo "Os 10 Mandamentos do Eleitor".

Sugiro que todos leiam o post do irmão, pois ele foi muito feliz na maneira como expressa muito do que vem acontecendo em relação ao tema.

Enfim, não me canso de repetir que qualquer crente possui o direito de se candidatar ou apoiar qualquer candidato, pois vivemos em um país democrático.

Mas não consigo me conformar com campanhas dentro das Igrejas, discursos políticos em cima do púlpito e a manipulação sofrida pelos fiéis para que votem no "candidato da Igreja".

Tem ministério que coloca uma "mesinha" dentro da nave principal do templo e dá até nome:"o cantinho eleitoral"!!!

Sinceramente não há como ficar calado.

E quando se tenta justificar tais atos citando personagens bíblicos, totalmente fora de contexto, aí a coisa fica mais triste ainda.

É uma situação lamentável, pois parece que o outrora zelo dos líderes pela Igreja de Cristo está sendo trocado por interesses que nada têm haver com os do Reino de Deus.

São situações lamentáveis e que os homens que estão à frente dos ministérios deveriam repensar se não estão transformando a Igreja em verdadeiro curral eleitoral, agredindo assim a liberdade e cidadania das pessoas.

E o pior, tentando justificar isso tudo, acabam usando a Bíblia Sagrada para darem suporte aos seus interesses.

Que o Senhor abra nossos olhos.

Posts Relacionados

Já postei aqui no blog um artigo sobre a Igreja e as Eleições 2008, onde expresso minha opinião sobre a relação Igreja x Política.

Confesso que cada dia que passa fico mais assustado com as alianças da Igreja Evangélica com inúmeros políticos que usam a Casa do Senhor para fins que não condizem com o seu propósito de cuidar somente das coisas pertencentes ao Reino de Deus.

Vejam o artigo abaixo, publicado no site 24HorasNews , sobre a agenda do candidato a Prefeitura de Cuiabá(MT).

"Agenda de campanha do Prefeito Wilson Santos nesta 5ª e 6ª

O candidato da Coligação "Dante de Oliveira" (PSDB, PDT, PTB, PPS, PV, PC do B, PMN, PSL, PRB, PRP, PRTB e PSDC), Wilson Santos, cumpre a agenda da Prefeitura Municipal até as 18 horas.
Às 19h00 ele participa do Culto na Igreja Evangélica Assembléia de Deus Madureira, no Bairro Getúlio Vargas (Av. C nº 50 - depois no Mini-Estádio virar à direita)
Às 20h00 tem uma reunião política com o presidentes de bairros no Escritório Político, depois faz lançamento da candidatura a vereador de Emídio de Souza – Presidente do PSL no Jardim Novo Paraíso.
Já nesta sexta-feira (18) às 14:00h faz uma Caminhada no Calçadão da Antônio Maria, depois mais tarde às 19h reunião com a Coordenação de Campanha."


Não quero aqui atacar de forma alguma o nome da Igreja citada, mesmo porque a invasão de políticos nessa épocas de eleições já tomou quase todas as denominações.

Mas o que espanta é saber que, infelizmente as Igrejas agora fazem parte das agendas políticas de inúmeros candidatos espalhados pelo Brasil, e os líderes responsáveis por zelar da Noiva de Cristo, tem aceitado este tipo de coisa como se fosse normal.

Volto a afirmar, acho que todos tem o direito de se candidatar e apoiar quem quer que seja, pois vivemos num país democrático.

Mais que dentro da Igreja não é lugar de se fazer campanha eleitoral, com certeza isso não é.

Posts Relacionados

"Salva-nos, Senhor, pois não existe mais o piedoso; os fiéis desapareceram dentre os filhos dos homens.
Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobre.
Corte o Senhor todos os lábios lisonjeiros e a língua que fala soberbamente,
os que dizem: Com a nossa língua prevaleceremos; os nossos lábios a nós nos pertecem; quem sobre nós é senhor?
Por causa da opressão dos pobres, e do gemido dos necessitados, levantar-me-ei agora, diz o Senhor; porei em segurança quem por ela suspira.
As palavras do Senhor são palavras puras, como prata refinada numa fornalha de barro, purificada sete vezes.
Guarda-nos, ó Senhor; desta geração defende-nos para sempre. " (Sl 12:1-7)

O Salmo 12 descreve um período em que a ação dos pecadores chegara a um nível de extrema imoralidade, corrupção e engano entre as pessoas.

Faltavam homens que falassem a verdade, com caráter, de lábios puros e coração voltados à fazer o bem.

É uma passagem bíblica onde o salmista revela um sentimento de profunda aflição por ter que conviver no meio do caos social.

Foi a mesma situação por qual passaram outros homens de Deus no Velho Testamento, como Noé, que viveu em meio a uma sociedade que de tão pecadora, acabou ocasionando o dilúvio da parte de Deus para puni-los.

Também Samuel, ainda jovem, teve que "aturar" os filhos do sarcedote Eli, homens que cometiam terríveis coisas dentro da Casa do Senhor.

Já no Novo Testamento, o apóstolo Paulo deixou-nos uma advertência sobre fato semelhante que ocorreria nos últimos dias da Igreja de Cristo:

"Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis,
pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes,
desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem,
traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus."(2 Tm 3:1-4)


E realmente vivemos dias maus. Uma geração adúltera em todos os sentidos. Uma sociedade desprovida de valores humanos, morais e espirituais. O mundo vai de mal a pior, pois o que impera é a mentira, maldade, violência e a corrupção.

Até a Igreja de Cristo têm sido atingida neste aspecto, pois o joio avança de forma assustadora dentro da Casa de Deus, fazendo muitos que são sinceros, serem confundidos com a parte podre da sociedade.

A iniquidade têm se multiplicado, cumprindo as sábias palavras do senhor Jesus:

"e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará." (Mt 24:12)

E o que fazer para vivermos em meio a tanta falsidade e imoralidade que domina o mundo?

Com certeza, o crente em Cristo, precisa estar consciente que, apesar de viver rodeado por todo tipo de imoralidade, é necessário permanecer firme na fé em Jesus e na Sua Palavra.

E assim como o salmista, com segurança clamar:

"Guarda-nos, ó Senhor; desta geração defende-nos para sempre." (Sl 12:7)

Glória a Deus por isso! Pois em meio a tanta corrupção, se seguirmos e guardarmos a Sua Palavra, podemos ter a certeza que o Senhor nos livrará em meio ao caos social.

Posts Relacionados

O crescente número de artistas e cantores do meio secular, que passaram a fazer parte de muitas igrejas evangélicas no Brasil têm causado algumas polêmicas e dividido opiniões entre os crentes.

Há muitos exemplos de pessoas que perteciam ao meio artístico, se converteram e dão bons testemunhos e também temos inúmeros casos de pessoas que se aproximaram da igreja e no final acabaram por escandalizar o evangelho com seus péssimos exemplos.

Hoje, estava pesquisando nas buscas do Blogger Search, quando de repente me deparei com uma notícia sobre a ex cantora sertaneja Sula Miranda, que há um tempo faz parte de uma denominação evangélica, tendo inclusive gravado um CD Gospel pela Line Records.

A notícia (ver aqui) trata de um ensaio fotográfico em que Sula Miranda fez para a Revista Dieta Já!, em que a mesma aparece de trajes sumários no inerior da publicação.

A matéria me trouxe um certo espanto, não só sobre o fato da atitude da irmã, mas principalmente por algumas afirmações que ela fez no intuito de justificar o referido ensaio.

Em um dos trechos ela diz que: "Mesmo sendo evangélica, (...) não houve nenhuma restrição, e tudo que faz na vida profissional ela consulta sua gravadora, a Line Record, que pertence ao grupo de sua igreja.

"Sou cristã! O evangélico virou um rótulo que as pessoas colocam, de forma pejorativa. A denominação que eu freqüento, não tem restrição nenhuma. Cada um sabe realmente o que é correto, e o que realmente pode e deve fazer de sua vida".

Não quero aqui fazer nem um tipo de julgamento (mesmo porque só Deus o pode fazê-lo), pois talvez essas afirmações se deva mesmo a falta de um maior conhecimento da Palavra de Deus.

Porém, gostaria de fazer algumas observações sobre as justificativas da Sula Miranda, para fazer o tal ensaio para a revista.

Primeiro, o Deus dela não é a Line Records e sim o Senhor Jesus. E é Ele, somente Ele, através da Sua Palavra que deve ditar aquilo que pode ser restrito a qualquer um que queira servi-lo. Lógico que há diferenças doutrinárias sobre questões secundárias entre as denominações e não há problema algum. Mais tem coisas que vão além dessas diferenças.

E em segundo lugar, às vezes fico me perguntando se é necessário certas coisas que as pessoas insistem em fazer mesmo depois de terem aceitado a Cristo como Salvador.

Ora, se Deus permitiu que Sula Miranda gravasse até um Cd, mesmo com pouco tempo de convertida, para que se expor e expor o evangelho dessa forma?

Combater que o "evangélico virou um rótulo pejorativo"? E que preocupação temos que ter com a avaliação que o mundo faz de nós? Esperaremos a aprovação do mundo pra quê, se o mesmo sempre lida contra o evangelho verdadeiro? O que isso importa? A não ser que seus motivos para fazer as fotos foram outros...

É incrível como o evangelho no Brasil têm se tornado tão superficial. Muitos líderes, buscando a superioridade sobre os outros, numa guerra louca e insensata, aceita tudo passivamente, ferindo os princípios fundamentais da Palavra e estão mais preocupadas com o crescimento de suas denominações do que com o Reino de Deus.

E essa estória de achar que o crente é livre para fazer o que bem entende é um problema. Lógico que Deus não obriga ninguém a nada.

Só que tudo tem uma consequência e o Senhor se agrada daquele que procura obedecê-lo e fazer Sua vontade.

Prefiro achar que somos livres é do pecado, da morte eterna, do maligno e do mundo. Somos livres para adorar ao Mestre, para pregar Sua palavra.

Mas não somos livres para achar que podemos "fazer o que achamos correto". Não, não acho e não quero sê-lo.


Como diz o apóstolo Paulo: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." (1 Cor 10:23)


E também o próprio Senhor Jesus disse aos discípulos: “Vós sois meus amigos, se fizerem quanto eu vos mando”. (João 15: 14 )


Somos servos do Senhor. E o servo obedece, cumpre Seus mandamentos e jamais pode achar que possui condições de fazer coisas óbvias que ferem os princípios básicos do evangelho.

Posts Relacionados

No capítulo 4 do livro de Jeremias, grande homem de Deus que ficou conhecido como o " Profeta das Lágrimas" devido ao seu coração sensível e quebrantado pelo sofrimento do seu povo, nos mostra uma das maiores demonstração de amor pelo próximo vista no Velho Testamento.

Ao receber as revelações da parte do Senhor Deus sobre o do fim do reino de Judá, com a destruição da cidade e templo de Jerusalém e do exílio do povo judeu para Babilônia, o Profeta expressa um sentimento de profunda dor pelo destino dos seus compatriotas:

"Ah! Meu coração! Meu coração! Eu me contorço em dores. Oh! As paredes do meu coração! Meu coração se agita! Não posso calar-me, porque ouves, ó minha alma, o som da trombeta, o alarido de guerra. "(Jeremias 4:19)

Mesmo sabendo que o juízo divino que vinha sobre Judá era uma permissão de Deus devido a apostasia e rebeldia do povo, ele cumpre seu chamado de entregar a mensagem divina, mas não deixa de demonstrar tamanho quebrantamento pelo sofrimento alheio.

A dor de Jeremias era a dor de quem ama o próximo como a si mesmo. Era uma dor sincera.

Era a mesma dor que o Senhor Jesus sentiu ao entrar em Jerusalém:

"E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela, dizendo: Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos.
Porque dias virão sobre ti em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados, e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo da tua visitação."
(Lucas 19:41 -44)

Era uma dor que jamais poderia ser sentida por religiosos enclausurados em suas denominações, vivendo uma vida cristã teórica, egoísta e hipócrita.

Era uma dor de quem enxerga além dos interesses pessoais, da acusação, da falta de perdão e dureza de coração.

Ao analisar a situação vivida pelo Profeta Jeremias, fiquei a imaginar sobre nossa atitude como Igreja de Cristo hoje, em relação a situação do nosso país.

Não, o Brasil não está em iminência de ser invadido por outra nação sobre juízo divino como Judá. Porém, hoje estamos vivendo dias difíceis em praticamente todas as áreas da nação.

As nossas crianças, vítimas indefesas da pedofilia e crueldade de adultos irresponsáveis e pertubados, a corrupção dos políticos e do própio povo em todas as áreas da sociedade (inclusive a Igreja), famílias desestruturadas com casamentos destruídos, jovens se perdendo nas drogas, violência sem fim... um domínio quase que total de todas as formas de pecados.

E nós como estamos agindo ante a tudo isso? Será que temos gemido, clamado e sofrido pela nossa nação?

Será que temos nos angustiados a ponto de sentir a dor dos "outros", assim como Jeremias, em relação a nossos compatriotas?

Ou estamos agindo como "meros religiosos" e já perdemos a sensibilidade dos verdadeiros Profetas do Senhor e não nos importamos com os problemas alheios?

Senhor, renova o nosso coração e restaura a capacidade de sentir, assim como Jeremias, um amor intenso e verdadeiro que pocede de Ti, por todos aqueles que estão no caminho da destruição em nosso país.

E assim possamos profetizar uma restauração plena sobre os valores morais e espirituais do nosso povo.

Posts Relacionados

Em 5 de Outubro serão realizadas as eleições 2008 no qual o povo brasileiro irá escolher novos prefeitos e vereadores.

Com o crescente aumento de pastores, missionários, bispos, cantores gospel e crentes em geral na política, é certo que as igrejas evangélicas em breve serão invadidas por inúmeros candidatos em campanha eleitoral.

Na contramão dessa "invasão", tenho opinião que a relação igreja/política, do jeito que está acontecendo, é mais prejudicial do que benéfica para a imagem do Corpo de Cristo.

Que o crente tem o direito, como cidadão, de participar ativamente da política do seu país e até a sair candidato a algum cargo é líquido e certo.

Porém, o que não consigo me conformar é com as alianças e conchavos que muitos ministérios fazem com políticos inescrupulosos em troca de favores, doações e outros interesses.

Mesmo líderes, que dizem "serem chamados por Deus" para o "ministério da política", acabam usando a Bíblia de forma errada, quando sobem nos púlpitos para citarem versículos isolados na tentativa de justificarem suas propagandas dentros das igrejas.

Sem contar os que usam jargões como: "o crente deve dominar todas as áreas da sociedade", "não vote em ímpio" ou o famoso "irmão vota em irmão".

Com isso acabam cometendo dois erros graves: contra a livre escolha dos fiéis, pois são cidadãos de um país democrático e outro contra a própia Palavra de Deus e Sua igreja, que não é e nem nunca foi lugar de outra coisa a não ser os propósitos do Reino.

Alguns adoram citar José, que governou o Egito, como se as circustâncias e os propósitos fossem os mesmos.

É uma manipulação barata. Afinal o crente não vai escolher o pastor da convenção ou da igreja e sim administradores públicos, que podem ser competentes e honestos independentemente de serem cristãos.

Volto a afirmar, acho que todos possuem o direito de participar da política.

Mas se a pessoa pertence a igreja de Cristo e acha que deve se candidatar e fazer campanha, que faça fora da igreja.

Que respeitem a santidade da Casa do Senhor, não misturando os interesse de Deus com a sua opção pessoal de vida.

A Casa do Senhor precisa ser preservada e seus ministros atentarem que ela é lugar de tratar "somente" daquilo que pertence ao Reino de Deus.

É como diz a Bíblia:

"E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração." (Mt 21:13 a)

"Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos." (Is 56:07b. 7 )

Portanto, vamos respeitar a consciência dos fiéis e principalmente a santa Igreja de Cristo.

Posts Relacionados

"Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas..." (2 Coríntios 10:4)

A Igreja de Cristo nos dias de hoje é constantemente tentada a usar as armas do mundo para combater suas lutas, perseguições e dificuldades.

Infelizmente, algumas denominações e também muitos crentes têm cometido este grave erro.

São vários casos onde a Igreja têm acionado a justiça dos homens na tentativa de se defender acusações e calúnias feitas pela mídia secular.

Ora, ainda que pudesse existir uma denominação evangélica 100% perfeita, seria utopia imaginar o reconhecimento do mundo, visto que o mesmo sempre batalhará contra a Igreja aqui na terra.

É um grande engano enfrentar este tipo de situação usando as armas humanas.

As únicas armas adequadas para combater as lutas e dificulades da Igreja, são as armas que o Senhor Deus já nos concedeu.

Vejamos o que nos recomenda o Apóstolo Paulo:

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com

"A força e o poder da Igreja não pode estar pautada nos recursos da justiça do mundo e sim no poder e nos propósitos de Deus"
toda a perseverança e súplica por todos os santos,
E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho" (Efésios 6:11-19)

O própio Jesus Cristo, quando indagado por Pilatos, pouco antes da Sua crucificação, nos dá a resposta:

"Replicou Pilatos: Porventura sou eu judeu? O teu povo e os principais sacerdotes entregaram-te a mim; que fizeste?

Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui."
(João 18:35,36)

Portanto, a força e o poder da Igreja não pode estar pautada nos recursos da justiça do mundo e sim no poder e nos propósitos de Deus.

Devemos enfrentar toda e qualquer perseguição com as armas espirituais concedidas pelo Senhor ao Seu Corpo, que é a Igreja.

Quanto mais a Igreja renunciar os recursos humanos, mais Ela será cheia do poder de Deus e assim derrotaremos qualquer intento deste sistema que domina o mundo.

Somente através de muita oração, fidelidade irrestrita à Palavra de Deus e a proclamação do Evangelho com autoridade é que poderemos vencer as nossas batalhas.

Posts Relacionados

Um assunto espinhoso e que quase sempre fazemos de conta que não está acontecendo no meio da Igreja Evangélica é o divórcio.


Mas não há como negar a triste realidade: este mal têm invadido nossas Igrejas de forma assustadora.

E o que diz a Palavra do Senhor sobre tão grave assunto?

"E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança.
Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais. "
(Malaquias 2:14,16)

O que antes era comum no mundo, agora também faz parte da vida de muitas pessoas que serviram ou ainda servem ao Senhor, inclusive ministros e obreiros.

São homens e também mulheres que conhecem a Palavra de Deus e acabam comentendo este triste ato mesmo sabendo que o Senhor abomina o divórcio no meio da Sua Igreja.

As desculpas esfarrapadas para a pessoa deixar a outra são inúmeras: "acabou o amor", "casei no Senhor, mas não deu certo", "sou novo(a) e me precipitei"...

E o mais engraçado é que estas mesmas pessoas quando estão desempregadas, doentes ou em busca de alguma benção, fazem inúmeras campanhas de oração, longos jejuns, vigílias, sobem ao monte, oram, pedem orações e praticamente estão nos cultos todos os dias, crendo que Deus vão atendê-las nas suas petições.

Mas quando o problema é no casamento, elas não conseguem lutar e batalhar com Deus para que haja uma restauração nos seu matrimônio.

Será que o mesmo Deus que abre porta de emprego, cura enfermidade e concede bençãos materiais não pode fazer uma restauração plena no casamento?

Que me perdoem os amados leitores pela expressão, mas o que acontece de fato, além da apostasia pessoal de alguns, é a falta de vergonha de muitos crentes dentro de nossas Igrejas.

Com certeza esta febre abominável de divórcios que têm se alastrado dentro do meio evangélico, tal qual um câncer maligno, têm mais haver com isso mesmo: falta de vergonha.

Como podemos agir da mesma forma que o mundo?
As pessoas dão vazão à seus desejos sexuais impuros e ao invés de lutarem pelo seu casamento, vão pelo caminho mais fácil e trocam de esposa(o).

Está na hora do crente parar de hipocrisia e deixar de brincar com as coisas de Deus.

Casamento foi instituído pelo Senhor e se algo não vai bem no mesmo, é só entregá-lo nas mãos Dele que com certeza haverá a restauração.

Chega de desculpas esfarrapadas.

É tempo de viver o verdadeiro evangelho.

Posts Relacionados

"E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.
Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR.
Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus
." (Gênesis 6:5-9)

Noé foi um homem que viveu no meio de uma sociedade má, cruel e que praticava todo tipo de iniquidade.

A Bíblia também relata que mesmo assim ele era um homem que 'andava com Deus' e era 'varão justo e reto'.

Noé procurava manter-se distanciado do caos moral que tomou conta daquela sociedade e não se deixou contaminar, mantendo sua comunhão com o Senhor.

O Apóstolo Pedro refere-se também a Noé como 'pregador da justiça"(2 Pedro 2:5) e em Hebreus 11:7, está escrito que ele 'foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé".

"Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?"


Um grande exemplo nos deixou Noé, pois mesmo em meio à tanta corrupção e pecados, manteve-se fiel ao Senhor Deus, pregava a verdade e não sucumbiu às más influências das pessoas que o cercava.

Assim acontece nos dias de hoje, onde vivemos também em um mundo tomado por todo tipo de transgressão entre as pessoas e uma grande rebeldia aos padrões bíblicos.

As pessoas estão sem temor a Deus e em consequência, vemos a sociedade se corromper e cometer várias atrocidades.

Até a Igreja, infelizmente tem sido invadida por escândalos diversos, heresias, divisões e se tornando em parte, aquilo que o Senhor Jesus advertiu em Mateus 5:13:

"Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens."

É isso que têm acontecido, pois muitos cristãos estão perdendo 'o sabor' e se moldando pelo secularismo, materialismo, doutrinas humanas de várias religiões, não condenam mais o pecado, vivem na apatia espiritual e agem de forma política para não desagradarem as pessoas e se tornam verdadeiros 'profetas mudos'.

Estão sendo influenciados pelo mudanismo que sorrateiramente invadem nossas mentes através da TV, filmes, cultura, música e etc.

Estamos vivendo dias trabalhosos onde, ou tomamos posição como Noé tomou no meio de tanta iniquidade ou viveremos influenciados pelos conceitos terrenos que tanto tentam desqualificar os padrões de moralidae expressos na Bíblia Sagrada.

O quadro é caótico e precisamos seguir o exemplo de Noé, que permaneceu firme com o Senhor Deus em meio a tanta rebeldia, e assim podermos ser 'qualificadas como pessoas justas e achadas como homens e mulheres que ainda buscam comunhão com Ele'.

Posts Relacionados